Eu não quero ser nada de relevante. Quero ficar aqui. Aqui. Aqui, preso ao meu silêncio e encostado na minha inércia. Esta inércia que de tão calma tornou-se um bem estar. Ouvem o meu silêncio. Eu consigo. E nele eu me entrego.
O que faço nos meus fins de semana? Espero que o tempo passe, encosto-me na minha solidão benigna e espero. Espero que o tempo me preencha. Espero que o tempo me convide a ficar em mim. Eu fico.
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